Justiça Militar

Case do Projeto para a Justiça Militar do Estado de Minas Gerais

Descrição do Projeto

O CLIENTE

A Justiça Militar do Estado de Minas Gerais é um órgão integrante do Poder Judiciário, que tem sua competência prevista na Constituição Federal e é estruturada em duas instâncias, sendo a primeira os Juízes de Direito do Juízo Militar e os Conselhos de Justiça e a segunda o Tribunal de Justiça Militar. Compete a ela processar e julgar os militares da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais, incluídos os militares da reserva e reformados, nos crimes militares definidos em lei e as ações judiciais contra atos disciplinares militares. Julga também o militar excluído (ex-militar) que tenha cometido crime militar, quando ainda na ativa.

O DESAFIO

A primeira e segunda instâncias da Justiça Militar do Estado de Minas Gerais estavam alocadas em dois prédios diferentes, dessa forma os processos que precisavam transitar entre as duas instâncias dificultavam o trabalho. Além disso, o volume de processos e de pessoal aumentou consideravelmente nos últimos 12 anos e a estrutura física permanecia a mesma desde a década de 80. “Estávamos sem espaço, mal acomodados e sem condição de trabalho” (Juiz Coronel Marcelino). O espaço não estava condizente com a quantidade de pessoal, não havia condições adequadas de trabalho e, além disso, as duas instâncias estavam separadas fisicamente. m 2010, com a mudança dos órgãos do Governo para a Cidade Administrativa, o prédio, que até então abrigava as instalações da Secretaria de Planejamento, foi disponibilizado à Justiça Militar. Toda a estrutura precisava ser reformada e adaptada em função do pessoal e das novas atividades que seriam desempenhadas no ambiente. “A pressão estava muito grande, tanto do governo quanto dos próprios colaboradores. Já fizemos várias obras e conhecemos bem as dificuldades. Tivemos a alegria de encontrar a Digicomp, que foi séria, comprometida, trabalhou sob pressão e foi simplesmente a parceira ideal. O resultado? Simplesmente extraordinário.” Juiz Coronel Marcelino

A SOLUÇÃO

No segundo semestre de 2011, a Digicomp venceu a licitação para a execução das obras do projeto intitulado Justiça Militar de Casa Nova, que foi executado na gestão do Presidente do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais, Juiz Coronel Osmar Duarte Marcelino, teve como gestor do projeto o Juiz Coronel Rúbio Paulino Coelho, e como colaborador o Tenente Coronel Valdinei Francisco Duarte. A obra foi realizada em regime Turn Key (Obra Completa) e teve início em abril de 2012, com a fase de demolição que durou aproximadamente dois meses. “Na realidade o que foi aproveitado no prédio foram as paredes externas e o concreto que divide um andar do outro. O piso é novo, o teto é novo, foram desmanchadas praticamente todas as paredes” (Presidente do Tribunal de Justiça Militar de Minas Gerais, Juiz Coronel Osmar Duarte Marcelino). Após a fase de demolição foram executados: retrofit civil, adequação e modernização dos oito andares da edificação, instalações elétricas, hidrossanitárias, infraestrutura de TI e Telecom e sistemas de detecção e combate a incêndio.

O RESULTADO

Após oito meses de trabalho, com fases que chegaram a ter mais de 100 homens trabalhando simultaneamente, a obra foi entregue em dezembro de 2012. “Em resumo, a Digicomp assumiu o desafio, comprometeu-se e fez tudo o que foi necessário para nos atender.Foi um sucesso, eu ainda me surpreendo” (Tenente Coronel Duarte).A mudança dos dois prédios, que instalavam primeira e segunda instâncias, foi realizada no período programado pelos gestores do projeto, durante o recesso do final do ano de 2012; e em 7 de janeiro de 2013, 100% dos colaboradores da primeira e segunda instâncias estavam acomodados na nova sede da Justiça Militar do Estado de Minas Gerais. “É inacreditável! Para nós como clientes foi uma vitória extraordinária. Ninguém acreditava que conseguiríamos fazer a mudança em um prazo tão enxuto” (Juiz Coronel Rúbio). “O resultado é percebido por nós através da receptividade dos nossos colaboradores, que estão extremamente satisfeitos”, completa o Juiz Coronel.